sábado, 3 de dezembro de 2011

20111015


A justiceira decide.
Os súditos obedecem.
Pra ganhar confiança não basta só charme.
Tem que cantar uma nota em comum.
Aquela imagem que a gente compartilha.
O traço que caracteriza o delirio principal.
Das repetições que nem percebemos.
Dos tiques invisíveis.
Das pernas que não param quietas.
Na sutileza de atos falhos.
Entendo o mundo da porta pra dentro.

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