Uma tentativa frustrada
De dominar o indomável
Não foi um só organismo salvo
A seqüência que observou a fuga seguiu os passos
Uma consciência sobrevive
Chave de acesso compartilhada
Viu com os próprios olhos um delírio forjado
Pra drenar seu tempo, seus sonhos, seus desejos
Não lembra ao certo qual foi o estopim
Que motivou o movimento sem retorno
Pra restituir suas forças
Junto a matriz que nunca se apaga
Luzes artificiais que confundem
Luz real que sempre salva
Morte pro personagem forjado
Vida pra identidade revelada
Sem abrir mão do maior presente
Segue outro capítulo, com epílogo